O comparador – como utilizar

Publicado em 9 de Abril de 2013 por  

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O artigo que se segue é da autoria de GLFaria, um dos membros do fórum Bricolage Total. Neste artigo será abordado o comparador, sendo referidas as características do comparador analógico, bem como a sua utilização e algumas recomendações essenciais.

Características do comparador analógico (o de ponteiros):

O comparador não permite fazer medições directas, só mede deslocamentos – ou seja, diferenças de posição. Aquilo que é medido é o deslocamento sofrido pela ponta de medição entre um ponto e outro da peça a controlar.

Partes do comparador analógico (ver imagem em cima clicando para aumentar)

Escala principal: Cada divisão equivale a um deslocamento de 0,01 mm (1 centésimo de milímetro) da haste (há razões práticas para ser assim). Uma volta completa do ponteiro principal corresponde a 1 mm de deslocamento.

Contador de voltas: Permite fazer leituras quando o deslocamento da haste é superior a 1 mm. Uma volta completa do ponteiro principal corresponde a 1 mm, cada divisão do contador de voltas corresponde a uma volta do ponteiro principal, portanto cada divisão do contador de voltas corresponde a 1 mm.
Uma volta completa do ponteiro do contador de voltas corresponde ao curso máximo da haste do comparador. Num comparador em que a haste tem um curso máximo de 10 mm, o contador de voltas tem 10 divisões. Num comparador com a capacidade de 25mm, o contador de voltas tem 25 divisões, etc. Nas situações mais comuns, uma capacidade de 10 mm é suficiente; pode haver situações em que o curso da haste tenha de ser maior do que isso, mas quanto maior for maior terá de ser o comprimento da haste, e o mostrador do contador de voltas terá de ter um diâmetro maior para se conseguirem ler as divisões.

Escala inversa: O ponteiro principal roda normalmente no sentido dos ponteiros do relógio, quando a parte inferior da haste se desloca para dentro do canhão. Mas pode ser conveniente fazer leituras em que a haste tenha que se deslocar a partir de um ponto mais interior para fora, isto é, de uma posição mais comprimida para outra menos comprimida. Nesses casos, pode ser mais prático utilizar a escala inversa.

Indicadores de limite de tolerância: Muitas vezes interessa mais saber apenas se uma peça está dentro das tolerâncias definidas do que qual é o valor exacto do desvio. Nesses casos, colocam-se os indicadores de limite de tolerância nos pontos extremos que não podem ser ultrapassados, de cada lado do zero. Se nas medidas efectuadas numa dada peça o ponteiro não sair fora da zona definida pelos indicadores dos limites de tolerância, a peça está dentro das tolerâncias exigidas.

O aro, a escala (e portanto o “zero”) e os indicadores de limite da tolerância, podem ser rodados para qualquer posição conveniente.

Haste: Na maior parte das situações o controlo é feito utilizando a parte inferior da haste. A parte superior da haste permite puxá-la para cima de modo a colocar a ponta de contacto cuidadosamente sobre a peça a controlar. Quando não é usada, é protegida por uma tampa.

Ponta de contacto: É constituída por uma esfera de um material duro, frequentemente carboneto de tungsténio, geralmente montada num suporte removível para poder ser substituída se estiver desgastada, ou para montar pontas com esferas de diferentes diâmetros.

Aro e escala: Como o comparador mede deslocamentos – valores relativos – a posição “zero” é relativa. Por isso, não é conveniente que o zero da escala seja fixo (até podia ser, mas dava muito mais trabalho a interpretar os resultados). Por isso o aro (junto com a escala e o respectivo “zero” e os indicadores de limite de tolerância) pode ser rodado por forma a que o “zero” fique na posição mais conveniente.

Parafuso de fixação do aro: Permite fixar o aro – e portanto a escala e o zero – na posição escolhida, garantindo que ele não se desloca inadvertidamente durante a utilização.

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Entrevista aos autores do Candeeiro Multifuncional

Publicado em 6 de Maio de 2011 por  

A equipa do Bricolage Total apresenta mais uma entrevista, para divulgar um novo projecto escolar que é promissor.

Passemos então à entrevista que irá caracterizar o projecto em várias vertentes, bem como os seus autores:

Bricolage Total (BT): Quem são os autores do Projecto Candeeiro Multifuncional?

Candeeiro Multifuncional (CM): Os autores deste projecto/produto Candeeiro Multifuncional são Bruno Gomes, Christian Salazar, Duarte Mancelos, Ricardo Lavado e Tiago Teixeira.

BT: Em que consiste o Projecto Candeeiro Multifuncional?

CM:O projecto Candeeiro Multifuncional consiste na adaptação do conceito de candeeiro, e de aparelhos reprodutores de música para um só produto, ao qual designámos o nome, Candeeiro Multifuncional. Terá incorporado um sistema de som com a capacidade de reproduzir plataformas de mp3, cartões de memória e qualquer tipo de dispositivos com entradas USB, também irá conter duas saídas para adaptadores de áudio (colunas, auscultadores) ; quanto à parte da iluminação, terá incorporado um sistema de luzes LED e por fim um relógio digital com a função de despertador.

BT: Como surgiu a ideia deste projecto Candeeiro Multifuncional?

CM: A ideia deste projecto Candeeiro Multifuncional surgiu no âmbito da disciplina de área de projecto onde este grupo viu-se confrontado com a tarefa de realizar um projecto inovador e criativo. Daí que optámos pela criação do candeeiro multifuncional.

O grupo ponderou várias ideias até chegar à hipótese da inovação do conceito de candeeiro e de aparelhos reprodutores de música para um só produto, ponderamos várias ideias das quais a que nos agradou mais foi a da criação do projecto de um candeeiro multifuncional que teria características inovadoras e criativas, não existindo no mercado um produto idêntico ao nosso.

BT: Que materiais pensam utilizar para este projecto?

CM: Os materiais que pretendemos utilizar são materiais específicos que são um pouco dispendiosos como por exemplo a parte da iluminação que são lâmpadas específicas que não se encontram facilmente, quanto à parte da “caixa” os materiais a utilizar serão placas de plástico e acrílico com as respectivas cores, quanto à parte do som ainda estamos a realizar estudos para apurarmos qual o produto mais indicado a utilizar para que o nosso cliente fique o mais satisfeito possível.

BT: Tendo em conta que um projecto envolve um conjunto de etapas, falem-nos um pouco do que já foi feito e do que falta ainda fazer.

CM: Para nós como grupo uma das etapas mais difíceis já foi ultrapassada que foi a escolha de qual o projecto a desenvolver; outra etapa que já conseguimos ultrapassar foi a escolha dos materiais a utilizar de forma a que a qualidade/preço fosse a mais adequada, mas apesar de termos já elaborado outras etapas faltamos a mais importante e relevante de todas, é ela o financiamento do nosso projecto/produto “Candeeiro Multifuncional”, sem ela nada do nosso projecto pode ser realizado.

BT: Qual sentem que será o vosso maior desafio ao longo do projecto?

CM: O maior desafio que nós prevemos ao longo do projecto é o financiamento, pois já encontramos vendedores e outras entidades que já se ofereceram para a venda do nosso produto pois acham-no um produto inovador, bastante atraente e principalmente criativo.

BT: Que objectivos gostariam de concretizar com o projecto finalizado?

CM: O nosso principal objectivo é mesmo a finalização do nosso projecto pois, veríamos nele que nada era impossível de realizar, e que seria apreciado por grande parte das empresas mais importantes a nível informático, electrónico e de áudio. Quanto aos objectivos que gostaríamos de concretizar com o nosso projecto finalizado, era a comercialização do nosso produto e que esta tivesse um grande fluxo de vendas.

BT: Que mensagem final gostariam de deixar aos leitores do Bricolage Total?

CM: A mensagem final que gostaríamos de deixar aos leitores do Bricolage Total era de que divulgassem o mais possível a nossa ideia para que nós consigamos realizar o nosso projecto/produto. Gostaríamos também de deixar mais uma vez o apelo a que alguma entidade ou empresa para que nos possa financiar no nosso projecto.

Entrevista com o autor do Make Bits – André Delgado

Publicado em 17 de Outubro de 2010 por  

make bitsA bricolage passa muitas vezes pela robótica e electrónica. Surgiu recentemente na web um projecto português com um enorme potencial nesta área: o Make Bits. Foi por isso que convidámos o autor, o André Delgado, para nos dar uma entrevista no Bricolage Total.

Bricolage Total [BT] – Quem é o autor do MakeBits?

André Delgado [AD] – Olá, chamo-me André Delgado e sou o fundador do MakeBits.net. O meu interesse pela electrónica e robótica surgiu quando era bastante novo, desde pequeno que desmachava tudo o que era briquedos com luzes e motores. À medida que o tempo foi passando fui-me interessando cada vez mais e hoje existe o Make Bits que reúne toda esta temática num só lugar.

BT – Como surgiu o nome e o projecto MakeBits?

AD – Este nome surgiu quando estava a discutir nomes com um colega para o espaço que é agora conhecido como Make Bits. O Objectivo inicial era partilhar os meus projectos de robótica e electrónica ao “mundo”, porém com o passar do tempo comecei a partilhar outras sugestões interessantes. Neste momento abordamos o Arduino como um dos temas principais, temos muitos tutoriais de projectos a fazer com o Arduino. Certamente que irás encontrar um à tua medida.

BT – Afinal o que é o arduino de que tanta se fala no make Bits?

AD – O Arduino é a maior plataforma de prototipagem com mais fans pelo mundo fora! É totalmente open-source e com preços muito reduzidos. Pelo facto de ser open-source qualquer pessoa tem a possibilidade de poder criar um em casa, basta procurar no Make Bits por “montar um breaduino”.

BT – Que objectivos e projectos estão pensados para breve?

AD – Hum, para breve… Vamos criar em suporte video umas aulas de como fazer um robô simples passo-a-passo e como o controlar a partir de um computador, mas acerca deste assunto irá haver novidades em breve. Para médio prazo temos em mente a criação de um robô que fique como “moscote” do Make Bits.

BT – Qual sente que será o seu maior desafio ao longo do projecto?

AD – O maior desafio? Criar um espaço sólido onde os entusiastas de robótica possam se inspirar para criarem os seus projectos e onde os iniciantes possam aprender mais sobre este fabuloso mundo.

BT – Que mensagem gostaria de deixar aos leitores do Bricolage Total?

AD – A robótica não é nenhum bicho de sete cabeças, é bastante fácil e divertida! Convidamos-te a experimentáres o arduino, tens tudo o que precisas de saber no Make Bits para começar a programar os teus circuitos. Se és um amante de Bricolage porque não experimentas juntar a robótica aos teus projectos?

Ganhe convites duplos para a Intercasa Concept

Publicado em 27 de Setembro de 2010 por  

IntercasaA Intercasa Concept é a Feira Internacional de Soluções e Conceitos Globais de Decoração. No último artigo falamos sobre a Intercasa, referindo as datas, os temas e alguns dos sectores em exposição.

Tal como tínhamos anunciado, vamos em parceria com a organização da feira, oferecer 10 convites duplos para Intercasa Concept através de um passatempo aqui no Bricolage Total.

Oferta de Convites para a Intercasa Concept

Para participar no passatempo terá de estar registado(a) no Fórum Bricolage Total. Se ainda não o fez basta registar-se aqui.

Depois terá apenas de comentar este artigo dizendo:
- Porque tem interesse em ir a esta feira,
- O nome com que se registou no fórum

A cada um dos 10 primeiros comentários válidos será atribuído um convite duplo. Os vencedores serão contactados por correio electrónico para que nos enviem o nome completo e o número de BI de modo a que se possam identificar na Intercasa.

No final do passatempo publicaremos aqui a lista dos 10 vencedores.

Lista dos 10 vencedores dos convites duplos:

- Anabela da silva [confirmada]
- Susana Martins [confirmada]
- Paulo Coelho [confirmado]
- Cláudia Neves [confirmada]
- Patrícia André [confirmada]
- Liliana Ramos [confirmada]
- Nuno Barros [confirmado]
- Bruno Fonseca [confirmado]
- Vânia Marrecos [confirmado]
- Susana [confirmada]

Suplentes em caso de desistência ou não confirmação:

- Sofia Torres
- Vera Mota

Intercasa Concept 2010 – Decoração e design

Publicado em 24 de Setembro de 2010 por  

intercasaFeira Internacional de Soluções e Conceitos Globais de Decoração

Está a chegar a InterCASA Concept que irá decorrer na Feira Internacional de Lisboa (Parque das Nações). Para todos aqueles que para além da bricolage se interessam pelas novas tendências de decoração e design esta é uma feira a não perder.

Com 35 anos de existência a InterCASA Concept tornou-se uma referência incontornável na área da decoração em Portugal, não só mostrando o que de novo vai surgindo como contribuindo para as tendências de mercado. São 30000 metros quadrados de exposição que se estendem por 3 pavilhões com diversas áreas temáticas. Destacamos este ano o Evento LDX – Lisboa Design Show que concentra o melhor do design em Portugal direccionado para quem é inovador, criativo e que pensa design com a participação dos mais conceituados designers nacionais e internacionais.

Alguns temas e sectores em exposição na Intercasa Concept:
- Mobiliário, estofos,
- Decoração de Interiores e Exteriores (Iluminação, Cerâmica, Vidro e Metais, Têxteis Lar e decorativos),
- Cozinhas e electrodomésticos, electrónica de consumo,
- Jardim e equipamentos associados.

Preços da entrada na Intercasa Concept:
Bilhete Individual – € 6,00 | Cartão Jovem, Sénior ou Estudante – € 3,00

Datas e horário da feira:
3 a 11 Outubro 2009 – das 15h00 às 23h00

Página do evento com mais informação: InterCASA Concept

Temos convites para oferecer

Nos próximos dias iremos oferecer convites duplos aqui no Bricolage Total. Em breve será publicado um artigo onde diremos a forma de participar neste passatempo e poder ganhar entradas gratuitas. Vá estando atento(a) ou use a possibilidade de receber futuros artigos por correio electrónico fazendo o registo na barra lateral do blog.

Escolher correctamente uma planta

Publicado em 15 de Agosto de 2010 por  

Os cuidados na escolha de uma planta poderão determinar, eficazmente, a qualidade daquilo que levaremos para nossa casa. Saber fazer uma avaliação correcta e cuidada do estado de saúde de uma planta irá ajudar a prevenir a aquisição de algo que, mais tarde, se poderá revelar problemático. Através da avaliação de determinados indícios de maus cuidados e/ou saúde debilitada, o comprador estará a reduzir as probabilidades de adquirir um fraco exemplar, e com isso a evitar inúmeros problemas.

Fazer uma escolha acertada não é, nem tão difícil, nem tão fácil quanto poderá parecer. À partida, todas as plantas poderão parecer-nos iguais, mas através de uma observação mais cuidada às mais diversas características da mesma poderemos, com sucesso, determinar a sua qualidade.

Eis alguns pontos a ter em atenção no momento da compra de uma planta:

Tonalidade da folhagem

Uma cor verde, bem viva e brilhante é o que deverá procurar nas suas plantas. Coloque de parte todas aquelas cujas folhas demonstrem sinais de murchamento e tonalidades secas. Na verdade, esta é uma observação bastante fácil de ser efectuada, uma vez que facilmente conseguirá, pela sua tonalidade e consistência, distinguir uma folha saudável de outra menos saudável.

Sinais de debilitamento

Podemos encontrar estes sinais manifestados em forma de manchas, descolorações, distorções e rasgões nas folhas. Sendo indicadores muito comuns de saúde debilitada, deverá ser evitada a compra de plantas que apresentem estas características.

Ramos danificados

Qualquer sinal de deformação ou descoloração no ramo deverá ser encarado como uma boa razão para não proceder à compra da planta, uma vez que a mesma poderá apresentar fortes indícios de debilidade.

Formato

Deverá procurar por um formato compacto e robusto, sem deformidades na sua composição. Qualquer sinal do contrário poderá ser interpretado como a existência de alguma negligência no processo de manutenção da planta.

Conclusão

Estas dicas são bastante simples, e segui-las significa diminuir drasticamente as probabilidades de levar para casa uma planta que não se encontre nas condições desejáveis. A razão pela qual uma boa parte das pessoas vê as suas plantas a morrer prematuramente, é exactamente pelo facto de não terem tomado as devidas precauções durante o processo de escolha, daí ser tão importante levar em conta estes simples passos.

Se tem mais alguma sugestão para completar estas nossas dicas não deixe de usar os comentários para o fazer.

Casas de Madeira – uma opção interessante

Publicado em 11 de Julho de 2010 por  

Comuns no estrangeiro, mas ainda raras em Portugal, as casas de madeira têm, ao longo dos últimos anos, vindo a expressar-se mais activamente no mercado nacional, através do surgimento de um número cada vez maior de empresas dedicadas à construção das mesmas. Pela sua atractividade estética e supostas vantagens consigo comportadas, as casas de madeira têm vindo a atrair cada vez mais entusiastas que buscam, através da exploração deste formato habitacional, usufruir de um espaço que lhes possa proporcionar a melhor qualidade de vida possível.

No entanto, a par do desenvolvimento do interesse por estas opções habitacionais, surgem sempre inúmeras dúvidas em relação às vantagens e desvantagens que delas poderão ser retiradas. Vejamos então aquilo que o comprador poderá esperar ao adquirir uma casa de madeira.

Vantagens

Preço

Apesar de não representar uma regra, o preço de construção de uma casa de madeira poderá, frequentemente, ficar muito mais baixo do que o de construção de uma casa de alvenaria. Dependendo das características da mesma, o comprador poderá experienciar uma poupança de mais de 30% na compra da sua habitação, ao preferir que a mesma seja construída em madeira.

Tempo de construção

Para aqueles cujo tempo de construção de uma casa representa um importante factor a ter em conta, certamente que a escolha de uma casa em madeira poderá revelar-se uma excelente opção. Tendo um tempo de construção que, frequentemente, não chegará a ultrapassar os 100 dias, estas casas poderão livrá-lo de todos os inconvenientes de ter de esperar uma quantidade excessiva de tempo pela sua finalização.

Excelente isolamento térmico

O isolamento térmico oferecido pela madeira funciona como um excelente regulador de calor, ao ajudar a manter a temperatura interior da casa em níveis amenos. Nem muito calor de verão, nem muito frio de Inverno, é aquilo com que os proprietários de uma casa de madeira poderão contar.

Durabilidade

A durabilidade de uma casa de madeira não deverá constituir preocupação para o seu comprador, uma vez que a mesma poderá oferecer uma resistência aos testes do tempo tão boa quanto as casas de alvenaria, tendo uma longevidade que, facilmente, ultrapassará os 400 anos.

Manutenção

Ao contrário daquilo que muitos poderão pensar, a manutenção de uma boa casa de madeira está longe de ser um bicho de 7 cabeças, podendo até, sem grande dificuldade, ser executada pelos próprios moradores. Uma simples renovação das camadas protectoras de verniz deverá ser o único procedimento necessário a uma adequada manutenção da sua casa. E o melhor disto tudo é que tal processo só precisará de ser efectuado, em média, de 5 em 5 anos para o interior da casa, e de 15 em 15 para o exterior.

Conclusão

As vantagens são muitas e merecem ser bem ponderadas. Claro que, como tudo na vida, as desvantagens continuam bem presentes, sendo uma delas a menor resistência destas casas a determinadas catástrofes climatéricas, como é o caso de cheias. Ainda assim, todos os benefícios que poderão ser retirados da compra duma casa de madeira são mais do que razão para uma avaliação cuidada da possibilidade de compra da mesma.

E você já tinha pensado nesta possibilidade? Deixe a sua opinião nos comentários.

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